11 janeiro 2019

TAEs denunciam perseguições e os desafios de se trabalhar na Unilab

Muita gente não sabe, mas o Sintsef também tem filiadas e filiados na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- -Brasileira, a Unilab. Criada em 20 de julho de 2010, e instalada em 25 de maio de 2011 pelo então presidente Lula, representa um projeto de cooperação Sul-Sul em educação e produção de conhecimento. Por ser uma universidade nova, os servidores enfrentam muitos desafios na estruturação e consolidação da autarquia. Ainda mais depois dos cortes de recursos de Temer, das perseguições a docentes e das ameaças de privatização do ensino de Bolsonaro.

Em visita aos municípios de Redenção e Acarape, a Direção colegiada do Sintsef pode conversar com os Técnicos Administrativos Educacionais (TAE) que relataram casos de abusos de poder e remoções ilegais por parte de gestores. O que revela a necessidade de se construir processos mais transparentes de administração. A conquista de uma Próreitoria de Gestão de Pessoas seria importante nesse processo. Aproximadamente 78% das universidades brasileiras já possuem essa Pró-reitoria.

Outra reivindicação dos servidores está relacionada à organização do registro de ponto e das jornadas de trabalho. No Ceará, a maioria dos servidores mora em Fortaleza, por causa do trânsito, demora muito para chegar e pela falta de segurança na estrada, precisa sair cedo da Universidade. Além dos ajustes nos horários, uma solução para essa questão seria a disponibilização de transportes exclusivos para os servidores.

Essa matéria faz parte da edição de dezembro do Jornal do Sintsef. Para saber mais sobre os órgãos federais, a conjuntura nacional e o 12º Congresso do Sintsef, acesse o jornal na íntegra clicando AQUI.

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