Sintsef-CE participa do 32º Grito dos Excluídos e das Excluídas em Crateús
Servidores federais de todo o país se uniram a diversas categorias de trabalhadores nas mobilizações do Grito dos Excluídos e das Excluídas, realizadas em diferentes cidades brasileiras em torno do 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil. Os atos levaram às ruas a defesa da soberania nacional, da democracia, do Estado brasileiro e dos serviços públicos.
No Ceará, o Sintsef-CE participou do 32º Grito dos Excluídos e das Excluídas em Crateús, realizado no dia 4 de setembro. Com o tema “Vida em primeiro lugar: na defesa da terra, da paz e da moradia”, a mobilização teve concentração na Coluna da Hora, seguida de caminhada pelas principais ruas da cidade, com encerramento ao lado da Igreja São Francisco.
A participação da Condsef/Fenadsef e de suas entidades filiadas nos atos realizados em diferentes cidades brasileiras reforça uma mensagem que ganha ainda mais importância diante dos desafios atuais: defender os serviços públicos é defender a soberania nacional.
Não existe soberania sem um Estado capaz de formular e executar políticas públicas que atendam às necessidades da população. A população trabalhadora brasileira precisa de um Estado forte, com capacidade de oferecer políticas sociais universais e de qualidade.
Isso significa colocar o serviço público no centro do orçamento e garantir condições adequadas para que servidores e empregados públicos possam cumprir seu papel.
Independência também é ter direitos
Para a Condsef/Fenadsef, um Brasil verdadeiramente independente precisa garantir direitos, democracia, trabalho digno e serviços públicos de qualidade.
Por isso, a luta pela soberania está diretamente ligada às pautas da classe trabalhadora. Entre elas estão o fim da escala 6×1 e a defesa da negociação coletiva no setor público, dois direitos fundamentais e duas lutas históricas que estão no radar do Congresso Nacional.
O Sintsef-CE, a Condsef/Fenadsef e suas demais entidades filiadas seguem mobilizadas pelo fim da escala 6×1, pela negociação coletiva no setor público, pela valorização dos servidores e empregados públicos, em defesa da classe trabalhadora e dos serviços públicos e por um Brasil soberano, democrático e socialmente justo.





